Aos sóis de outono, às tardes preguiçosas,
ao sopro, ao ímpeto ,que vira jazz
aos olhares correspondidos
à cerveja gelada aos 40 graus
ao vinho em noites amenas e a dois
à naturalidade de uma Bossa , eternamente Nova aos ouvidos despretenciosos
às maõs ávidas de tato
ao Rio em dias escancarados , ou em qualquer dia
à expontaneidade em todos os estados
ao mistério , atrás dos olhos, atrás do infinito, atrás dos ritos, atrás da vida
ao charme , a quem o tem, a quem o aprecia,
aos domingo ao ar livre
aos terrenos baldios, às matas virgens , às praias desertas
à poesia fluida , a seus navegantes virtuosos
aos amigos do peito , poucos e raros
SARAVÁ!
Basta que nas veias lhe corra sangue quente
e que os pés sigam adiante....
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